GROSCON ADMINISTRADORA DE CONSÓRCIOS LTDA

CNPJ nº 26.228.270/0001-48

BALANÇO PATRIMONIAL
(Em milhares de Reais)
A T I V O 31.12.2025 31.12.2024
Circulante 4.834 777
Disponível 210 305
Caixa e Bancos 208 305
Aplicação Interfinanceira de Liquidez 2 0
.
Realizável à Curto Prazo 4.624 472
Outros Créditos 4.624 472
Rendas a Receber 442 24
Devedores Depósitos em Garantia 221 221
Créditos Tributários 22 32
Devedores Diversos – País 190 195
(-) Provisões para outros créditos (170) 0
Despesas antecipadas 3.919 0
-
Não Circulante 868 875
-
Permanente 868 875
Investimentos 582 582
Imobilizado de Uso 605 585
Intangível 48 14
(-) Depreciações e Amortizações (367) (306)
TOTAL DO ATIVO 5.702 1.652

P A S S I V O 31.12.2025 31.12.2024
Circulante 925 554
Outras Obrigações 925 554
Fornecedores 7 2
Fiscais e Previdenciárias 88 121
Obrigações por Recursos Cons. Gr. Encerr. 16 99
Provisões para Pagamentos a Efetuar 65 95
Provisão para Contingências 50 50
Contas a pagar 259 187
Outras obrigações 440 0
Patrimônio Líquido 4.777 1.098
Capital Social 1.015 1.015
Reserva de Lucros 3.762 83
TOTAL DO PASSIVO 5.702 1.652

As notas explicativas integram as demonstrações contábeis
DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO CONSOLIDADO
(Em Milhares de Reais)
NOMENCLATURA Exercício 2025 Exercício 2024
RECEITAS OPERACIONAIS 7.910 7.090
Rendas de Taxas de Administração 8.416 7.557
Impostos Incidentes sobre Rendas (506) (467)
-
DESPESAS OPERACIONAIS (6.256) (7.053)
Despesas Administrativas (4.928) (5.914)
Despesas com Pessoal (1.139) (1.035)
Outras Despesas Administrativas (167) (106)
Outras Despesas/Receitas Operacionais (22) 2
-
RESULTADO OPERACIONAL 1.654 37
-
Resultado não operacional 0 92
Resultado Antes do Imp. de Renda 1.654 129
-
Imp.Renda e Contrib.Social 0 (38)
-
Resultado Líquido do Período 1.654 91
Resultado Líquido por Cota 1,63 0,09

As notas explicativas integram as demonstrações contábeis
DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA
(Em milhares de Reais)
Descrição Exercício 2025 Exercício 2024
FLUXO DE CAIXA DAS ATIVIDADES OPERACIONAIS
Lucro (Prejuízo) líquido do exercício 1.654 91
Ajustes para reconciliar o lucro (prejuízo) líquido do exercício 2.085 (117)
com o caixa gerado pelas atividades operacionais: 2.024 0
Depreciação e amortização 61 (117)
-
(Aumento) redução nos ativos operacionais: (4.151) 14
Valores específicos Créditos de Consórcio (418) 1
Adiantamentos Salariais 0 (14)
Créditos Tributários 11 (1)
Devedores Diversos no País 5 28
Outros Créditos 170 0
Despesas Antecipadas (3.919) 0
-
Aumento (redução) nos passivos operacionais: 370 235
Fornecedores 6 (1)
Fiscais e Previdenciárias (33) 64
Obrigações por Recursos Cons. Gr. Encerrados 1 1
Provisões para Pagamentos a efetuar (30) 16
Provisões para Contingências 0 0
Contas a pagar (13) 155
Outras Obrigações 439 0
Caixa Gerado pelas (aplicado nas) atividades operacionais (42) 223
-
FLUXO DE CAIXA DAS ATIVIDADES DE INVESTIMENTO
Aquisição/Baixa de outros investimentos 0 69
Aquisição de imobilizado e adições ao diferido (54) (33)
Caixa gerado pelas (aplicado nas) atividades de investimento (54) 36
-
FLUXO DE CAIXA DAS ALTERAÇÕES CAPITAL
Caixa gerado pelas (aplicado nas) Atividades de Financiamento
Distribuição de lucros 0 (11)
-
AUMENTO (REDUÇÃO) DO SALDO DE DISPONIBILIDADES (96) 248
-
DISPONIBILIDADES:
Saldo inicial 305 57
Saldo Final 209 305
-
AUMENTO (REDUÇÃO) DO SALDO DAS DISPONIBILIDADES (96) 248

As notas explicativas integram as demonstrações contábeis

DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO ABRANGENTE
(Em milhares de Reais)
NOMENCLATURA Exercício de 2025
Lucro Líquido do Período 1.654
Parcela dos Sócios
(=) Outros Resultados Abrangentes Antes da Reclassificação
Ajustes de Instrumentos Financeiros Reclassificados para Resultado
(=) Outros Resultados Abrangentes 2.025
Parcela dos Sócios
Resultado Abrangente Total 3.679
Parcela Total dos Sócios

As notas explicativas integram as demonstrações contábeis
DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO
(Em Milhares de Reais)
2º Sem. 2025 Capital Social Integral. Reserv. de Lucros Lucro ou Prejuizos Acum. Outros Result. Abrang. Pat. Liq. Consol. Demonst. Resultado Abrang.
Saldos Iniciais 1.015 83 0 0 1.098 0
Transações de Cap. com os Sócios 0 0 0 0 0 0
Outros Resultados Abrangentes 0 2.025 0 0 2.025 2.025
Reclass. de Result. Abrangentes 0 0 0 0 0 0
Lucro Liq. no Período 0 1.654 0 0 1.654 0
Saldos Finais 1.015 3.762 0 0 4.777 2.025



As notas explicativas integram as demonstrações contábeis
DEMONSTRAÇÃO CONSOL. DOS REC. DE CONSÓRCIO
(Em Milhares de Reais)
ATIVO RUBRICA 31.12.2025 31.12.2024
CIRCULANTE 1.0.0.00.00.00-9 39.079 33.121
Disponibilidades 1.1.0.00.00.00-6 131 16
Depósitos Bancários 1.1.2.92.00.00-3 131 16
Aplicações Interfin. de Liquidez 1.2.0.00.00.00-5 10.102 7.769
Disponibilidades dos Grupos 1.2.9.90.12.00-4 369 843
Vinculadas a Contemplações-SELIC 1.2.9.90.25.00-8 0 0
Vinculadas a Contempl. – Demais Apic. 1.2.9.90.35.00-5 9.733 6.926
Recursos de Grupos em Formação 1.2.9.90.55.00-9 0 0
Outros Créditos 1.8.0.00.00.00-3 28.846 25.336
Adiantamentos Recursos Terceiros 1.8.7.80.00.00-4 0 0
Bens Apreendidos ou retomados 1.8.7.88.00.00-8 0 0
Direitos Junto consorc. Contempl. 1.8.7.93.00.00-2 28.846 25.336
- Normais 1.8.7.93.05.00-7 27.120 23.926
- Em Atraso 1.8.7.93.15.00-4 756 564
- Em Cobrança Judicial – Gr. Andam. 1.8.7.93.20.00-6 970 846
- Cheques e Outros valores a receber 1.8.7.98.00.00-7 0 0
COMPENSAÇÃO 3.0.0.00.00.00-7 373.146 288.992
Previsão Mensal de Rec. a Receber 3.0.7.75.00.00-4 1.274 1.061
Contribuições devidas aos Grupos 3.0.7.78.00.00-3 192.943 150.455
Consorciados – Bens a Entregar 3.0.7.82.00.00-4 178.929 137.476
TOTAL GERAL DO ATIVO 3.9.9.99.99.00-9 412.225 322.113


PASSIVO RUBRICA 31.12.2025 31.12.2024
CIRCULANTE 4.0.0.00.00.00-6 39.079 33.121
Obrigações com consorciados 4.9.8.82.00.00-7 14.922 12.415
Valores a Repassar 4.9.8.86.00.00-9 877 793
Obrigações p/ contempl. a Entregar 4.9.8.91.00.00-3 9.733 6.932
Obrigações com a Administradora 4.9.8.92.00.00-6 0 0
Recursos a Devolver a Consorciados 4.9.8.94.00.00-2 12.087 11.042
Recursos do Grupo 4.9.8.98.00.00-4 1.460 1.939
COMPENSAÇÃO 9.0.0.00.00.00-1 373.146 288.992
Rec. Mensais a Rec. de Consorciados 9.0.7.75.00.00-8 1.274 1.061
Obrig. dos Grupos por Contribuições 9.0.7.78.00.00-7 192.943 150.455
Bens ou Serviços a Contemplar 9.0.7.82.00.00-8 178.929 137.476
TOTAL GERAL DO PASSIVO 9.9.9.99.99.00-3 412.225 322.113
As notas explicativas integram as demonstrações contábeis
​ DEMONSTRAÇÃO CONSOLIDADA DAS VARIAÇÕES NAS DISPONIBILIDADES DE GRUPOS
(Em Milhares de Reais)
NOMENCLATURA Exercício de 2025 ACUMULADO Exercício de 2024 ACUMULADO
Disponibilidades 7.785 7.312
Depósitos Bancários 16 209
Cheques em Cobrança 0 0
Aplic. Fin. do Grupo 843 460
Aplic. Financ. Vinc. a Contemp 6.926 6.643
-
(+) Recursos Coletados 28.771 175.718 24.619 146.947
Contribuições Aquisição de Bens 19.504 113.446 16.905 93.942
Taxa de Administração 8.107 54.176 6.940 46.068
Contribuição ao Fundo Reserva 0 0 0 0
Rendimentos de Aplic. Financeiras 995 4.750 643 3.755
Multas e Juros Moratórios 155 827 122 673
Prêmios de Seguros 7 2.506 7 2.499
Custas Judiciais 3 13 2 10
Outros 0 0 0 0
-
(-) Recursos Utilizados 26.323 165.485 24.146 139.162
Aquisição de Bens 17.488 103.111 16.703 85.622
Taxa de Administração 8.110 54.174 6.940 46.065
Multas e Juros Moratórios 78 414 61 336
Prêmios de Seguros 6 2.502 7 2.496
Custas Judiciais 2 13 2 10
Devol. a Consorc. Desligados 639 5.269 422 4.631
Outros 0 2 11 2
-
Disponibilidades 10.233 10.233 7.785 7.785
Caixa 0 0 0 0
Depósitos Bancários 131 131 16 16
Cheques em Cobrança 0 0 0 0
Aplicações Fin. do Grupo 369 369 843 843
Aplic.Financ.Vinc. a Contemplações 9.733 9.733 6.926 6.926



As notas explicativas integram as demonstrações contábeis


GROSCON ADMINISTRADORA DE CONSÓRCIOS LTDA

Rua São Sebastião do Paraíso,1035 Jardim Francano Cep 14.405-010 – Franca – SP - CNPJ nº 26.228.270/0001-48

NOTAS EXPLICATIVAS ÁS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

NOTA 1 -
CONTEXTO OPERACIONAL
A sociedade Limitada, com sua sede domiciliada à Rua São Sebastião do Paraíso, 1035 Jardim Francano , cep 14.405-010 – Franca-SP, tem como sua principal atividade, Administração de consórcios para aquisição de bens e direitos, com a finalidade de constituição, organização e administração, na forma da legislação em vigor emanada pelo Banco Central do Brasil, de um consórcio, cujo objetivo é propiciar à cada um dos consorciados, mediante um fundo comum, a aquisição de veículos automotores, imóveis e outros bens. As atividades secundárias da sociedade são: Atividade de intermediação e agenciamento de serviços e negócios em geral, exceto imobiliários e outras atividades de serviços prestados principalmente às empresas não especificadas anteriormente. O controlador da sociedade é Telmo José Barbosa, CPF nº 564.652.208/06.


NOTA 2 -
APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS
As Demonstrações Financeiras foram elaboradas de acordo com as Normas Brasileiras e Internacionais de Contabilidade, aplicáveis às entidades financeiras, e de conformidade com os preceitos estabelecidos pelo Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional -COSIF do Banco Central do Brasil, observando-se a Lei 11.795/2008, que rege as sociedades administrativas de consórcio, com Resolução BCB nº 2 de 12/08/2020, que dispõe sobre os procedimentos para elaboração, divulgação e remessa de demonstrações financeiras, Lei 4595/64, subsidiariamente a Lei 10406/02- Código Civil Brasileiro e, por analogia dos conceitos contidos, a lei das Sociedades por Ações (6404/76) e alterações conforme Lei 11638/2007, Lei 11941/2009 e Lei 13818/2019.
As demonstrações contábeis encerradas em 31.12.2025 e as de 31.12.2024, para comparabilidade, foram demonstradas em Milhares de Reais.


NOTA 3 -
PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS DA ADMINISTRADORA

3.1 -
As aplicações interfinanceiras de liquidez e os valores mobiliários estão registrados pelo valor de aplicação ou de aquisição acrescidos dos rendimentos incorridos até a data do balanço.

3.2 -
As receitas de taxa de Administração e as despesas de comissões sobre vendas, relacionadas com as operações e atividades da Administradora, são reconhecidas pelo prazo da cota do cliente. Toda taxa de Administração e despesas de comissões antecipadas, referente as cotas contempladas e não contempladas, são diferidas pelo prazo da cota, conforme CPC47 e Resolução BCB nº 120 de 27/07/2021.

3.3 -
Outros ativos e passivos circulantes são demonstrados pelos valores de realização e/ou exigibilidade, incluindo os rendimentos e encargos incorridos até a data do balanço, calculados “pro rata dia” e, quando aplicável, o efeito dos ajustes para reduzir o custo de ativos ao seu valor de mercado ou de realização. Os saldos realizáveis e exigíveis até 12 meses do exercício seguinte são classificados no ativo e passivo circulantes, respectivamente, conforme o Pronunciamento Técnico CPC n° 46.


3.3.1 -
A variação na rubrica “Rendas a Receber” do ativo circulante à curto prazo, ocorreu em virtude do reconhecimento da taxa de administração a receber em atraso, conforme Resolução BCB nº 120 de 27/07/2021.


3.3.2 -
A variação na rubrica “Devedores Diversos no país” do ativo circulante à curto prazo, ocorreu em virtude de recebimento parte aporte financeiro realizado ao grupo.

3.3.3 -
Conforme Resolução Bacen nº 352, capítulo IV (Da provisão para perdas esperadas associadas ao Risco de crédito), foram constituídas as provisões para perdas incorridas e esperadas, referente ao contas a receber de Taxas Administrativas em atraso, no valor de R$ 169.641,68, como também a classificação por carteira, de ativos financeiros problemáticos, no valor total de R$ 429.901,69, conforme saldo contábil em 31/12/2025.

3.3.4 -
A rubrica Despesas antecipadas, refere-se a comissões a diferir, conforme saldo contábil no balancete da Administradora, Resolução BCB nº 120 de 27/07/2021.

3.3.5 -
A rubrica Outras obrigações, refere-se ao reconhecimento de Taxa de administração antecipada, conforme Resolução BCB nº 120 de 27/07/2021.

3.4 -
O Imobilizado é demonstrado ao custo corrigido monetariamente até 31/12/1995, mais as adições e baixas ocorridas até 31/12/2025 e sua depreciação é calculada pelo método linear, sendo utilizadas as taxas usuais permitidas pela legislação fiscal, a qual contempla a vida útil econômica dos bens.
Bens Taxas Deprec. 31/12/2025 31/12/2024
Custo Contábil Deprec. Acumulada Imobilizado Líquido Imobilizado Líquido
Instalações 10% 14.240 13.977 263 893
Móveis e Utensílios 10% 113.212 106.399 6.813 11.359
Proc. De Dados 20% 118.581 98.953 19.628 15.557
Máquinas e Equip. 10% 74.846 42.843 32.003 35.747
Veículos 20% 230.122 92.589 137.533 173.411
Benfeitorias Imov. Terc. 4% 51.966 12.249 39.717 41.797
Marcas e Patentes 10% 2.000 0 2.000 0
Sistemas Proc. Dados 20% 48.290 0 48.290 14.250
TOTAL 653.257 367.010 286.247 293.014

3.4.1 -
Não foram realizados no exercício testes de impairment para cálculo do valor recuperável de ativos, conforme dispõe o CPC 1 (R1), porque em nossa estimativa o saldo residual e a vida útil dos bens do ativo permanente encontram-se subavaliados, e como o banco central ainda não recepcionou o CPC 27 (R4), que dispõe sobre o Ativo Imobilizado, não podemos efetuar a revisão e avaliação desses ativos.

3.5 -
A provisão para Imposto de Renda é constituída a alíquota de 15% sobre o Lucro Real, acrescida do adicional de 10% sobre o lucro tributável excedente a R$20 mensais (R$240 para o exercício); a Contribuição Social pela alíquota de 9% sobre o lucro líquido ajustado, de acordo com a legislação vigente.

3.6 -
As provisões de férias e 13o salário, são constituídas com base na remuneração dos empregados, inclui as vencidas e proporcionais e os correspondentes encargos sociais e o adicional de um terço;

3.7 -
Os valores não retirados por Consorciados Desistentes e Excluídos, bem como, aqueles oriundos de Fundo de Reserva a disposição de consorciados ativos, relativos a grupos encerrados, encontram-se atualizados as taxas vigentes no mercado financeiro e estão inclusos e consignados sob a rubrica “Recursos não Procurados”, no montante de R$ 30.090,19.

3.8 -
O Capital Social, subscrito e integralizado esta dividido em 1.015.000 de quotas no valor de R$ 1,00 (um real) cada uma, pertencente a quotistas residentes no País.
Sócios R$ %
Telmo José Barbosa 1.010.000,00 99,5%
Mylene Lady Barbosa Maiote José 5.000,00 0,5%
TOTAL 1.015.000,00 100%

3.9 -
CÁLCULO DO LIMITE OPERACIONAL MÍNIMO (Resolução BCB nº 234 Capítulo V):
Saldo dos Grupos 10.232.633,55
( - ) Aplicação Financeira Vinculada a Contemplação (9.732.950,90)
Passivo Circulante da Administradora 924.353,67
(-) Taxa de Administração Antecipada (439.965,31)
( = ) RESULTADO 984.071,01
Divisor 6
( = ) RESULTADO DA DIVISÃO 164.011,84
( = ) Patrimônio Líquido Mínimo Exigido BACEN ( 1 ) 1.000.000,00
Patrimônio Líquido junho/25 1.054.003,42
( + ) Distribuição Lucros (estorno) 6.000,00
( + ) Ajustes de Períodos Anteriores (CPC47) 2.024.605,25
Contas de Resultado Credoras 4.509.867,84
( - ) Contas de Resultado Devedoras (2.817.420,60)
( = ) Patrimônio Líquido Ajustado dezembro/2025 ( 2 ) 4.777.055,91


Ativo não circulante – Investimentos e Imobilizado (3) 867.864,04


FOLGA DE P.L. P/ALAVANCAGEM DE VENDAS (4) = (2-1) 3.777.055,91
FOLGA DE P.L. P/COBERTURA ATIVO NÃO CIRC.(5)=(2-3) 3.909.191,87
Intenção de Distribuição de Lucro 0
FOLGA DE PATRIMÔNIO LÍQUIDO 3.777.055,91

3.10 -
O Patrimônio Líquido é demonstrado pelo valor corrigido monetariamente até 31/12/1995, acrescido dos valores movimentados até 31/12/2025.
3.11 -
As demonstrações financeiras estão em conformidade com a regulamentação emanada do Banco Central do Brasil.
NOTA 4 -
PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS DOS GRUPOS DE CONSÓRCIO
4.1 -
As Aplicações Financeiras Vinculadas são efetuadas exclusivamente no Banco Itaú-Unibanco S/A, sendo demonstradas pelos valores aplicados mais os rendimentos líquidos auferidos até a data do balanço, observado o regime de competência.
4.2 -
Os rendimentos das aplicações são rateados pelos grupos proporcionalmente aos seus saldos diários.
4.3 -
As demonstrações de recursos de consórcio e das variações nas disponibilidades dos grupos, consolidadas, são preparadas a partir das demonstrações individuais de cada grupo.
4.4 -
Os recursos coletados correspondem aos valores arrecadados dos grupos por ocasião do pagamento das prestações, reconhecidos mensalmente por regime de caixa.
4.5 -
Os recursos utilizados representam desembolsos efetuados por conta dos grupos de consórcio, para sua manutenção.
4.6 -
Os recursos a utilizar representam disponibilidades e direitos dos grupos de consórcio
4.7 -
A Taxa de Administração é apropriada de acordo com o pagamento das prestações, calculada por um percentual sobre o valor do bem objeto do consórcio que varia de acordo com a espécie do bem.
NOTA 5 -
GRUPOS DE CONSÓRCIO - INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES
31/DEZ/2025 31/DEZ/2024
Nº de Grupos Administrados 07 07
Consorciados Ativos no Período 2.678 2.232
Consorciados Contemplados 1.356 991
Consorciados Não Contemplados 1.102 902
Bens Pendentes no Período 95 74
Bens Entregues no Período Corrente 104 95
Bens Entregue Total 8.344 8.167
Nº de Desistentes/Excluídos no Período 315 422
Nº de Desistentes/Excluídos Total 7.416 6.888
Nº de Quitados 639 512
Taxa de Inadimplência 2,0% 2,0%
A Taxa de Administração média praticada (bens móveis) é de 17%.
A Taxa de Administração média praticada (bens imóveis) é de 21%.
NOTA 6 -
COMPONENTE ORGANIZACIONAL DE OUVIDORIA
Conforme estabelecido pela Resolução BCB 28 de 2020, todas as principais providências já foram adotadas para a devida implantação de componente organizacional de Ouvidoria, citando-se, entre eles, a designação do diretor responsável e do ouvidor, o serviço DDG 0800-940.3636, e adequação dos documentos a que o consorciado tenha acesso e cartaz informativo nos pontos de venda.
NOTA 7 -
MANUAL DE CONTROLES INTERNOS
A Administradora mantém atualizado o manual de controles internos, onde se encontra registrado:
a-) O processo operacional da Administradora e dos Grupos de Consórcio;
b-) O gerenciamento de riscos, e
c-) O gerenciamento das contingências.
NOTA 8 -
INSTRUMENTOS FINANCEIROS
A Administradora não possui saldo de instrumentos financeiros derivativos em 31 de dezembro de 2025, cujas divulgações sejam requeridas nos termos das normas e instruções do Banco Central do Brasil.
NOTA 9 -
FATOS SUBSEQUENTES
A Administradora não apresenta eventos relevantes subsequentes ao fechamento de 31 de dezembro de 2025.





TELMO JOSÉ BARBOSA
Diretor Administrativo



MYLENE LADY BARBOSA MAIOTE JOSÉ
Diretora Financeira



RENATA REYNALDO SILVA
Contadora-CRC1SP192715/O-0

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
Aos Dirigentes da
GROSCON ADMINISTRADORA DE CONSÓRCIOS LTDA.
Franca - SP

Prezados Senhores

OPINIÃO

Examinamos as demonstrações contábeis da GROSCON Administradora de Consórcios Ltda., em 31 de dezembro de 2025, que compreendem o balanço patrimonial e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, dos fluxos de caixa, das mutações do patrimônio líquido, dos recursos de consórcio consolidada e das variações nas disponibilidades de grupos consolidada para o semestre e exercício findos nessas datas, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo as principais políticas contábeis e outras informações elucidativas.

Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da GROSCON Administradora de Consórcios Ltda., em 31 de dezembro de 2025, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o semestre e exercício findo nessa data, bem como a posição patrimonial e financeira consolidada dos grupos de consórcio em 31 de dezembro de 2025 e as variações consolidadas das disponibilidades dos grupos de consórcio para os semestres e exercícios findos naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.

BASE PARA OPINIÃO

Nossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada “Responsabilidade do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis”. Somos independentes em relação à Administradora de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade e Cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas.

Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.

Outras informações que acompanham as demonstrações contábeis e o relatório dos auditores

A administração da Instituição é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.
Nossa opinião sobre as demonstrações contábeis não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.
Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações contábeis ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.
Principais Assuntos de Auditoria

Em nosso julgamento profissional, os assuntos abaixo relacionados foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações contábeis como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações contábeis e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.

-Gestão dos grupos de Consórcio, considerando os aspectos da utilização dos recursos de terceiros, bem como a projeção de encerramento dos grupos.
-Cumprimentos dos limites de PLA e Capital Mínimo, bem como dos limites operacionais determinados pelo Banco Central do Brasil.
Responsabilidade da Administração e da Governança sobre as Demonstrações Contábeis
A administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.

Na elaboração das demonstrações contábeis, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a administradora continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações contábeis a não ser que a administração pretenda liquidar a administradora ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.

Os responsáveis pela governança da administradora são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações contábeis.

Responsabilidade do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis
Nossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes.

As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações contábeis.

Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso: Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.

Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados nas circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Administradora.

Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.

Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe uma incerteza significativa em relação a eventos ou circunstâncias que possa causar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da administradora. Se concluirmos que existe incerteza significativa devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações contábeis ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório.

Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a administradora a não mais se manter em continuidade operacional.

Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações contábeis, inclusive as divulgações e se as demonstrações contábeis representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.

Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.

Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar consideravelmente nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.

Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações contábeis do exercício corrente, e que, dessa maneira constituem os Principais Assuntos de Auditoria.

Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.




São Carlos/SP, 30 de Março de 2026.



Andrade, Nogueira & Associados - Auditores e Consultores



LUÍS EDUARDO AZEVEDO ARLINDO LEAL DE ANDRADE
Contador CRC-SP-292909/O Contador CRC-1SP114789/O-3
Auditor Independente Auditor Assistente